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RESENHA: A jornada do escritor: estruturas míticas para roteiristas Novembro 30, 2008

Posted by Indira Efel Garin in Diversos assuntos, Filmes.
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VOGLEimages5cimgdet18822R, Christopher. A jornada do escritor: estruturas míticas para roteiristas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1998.

O livro “A jornada do escritor: estruturas míticas para roteiristas”, publicado em 1998, foi escrito por Christopher Vogler. Baseado em um guia prático, feito por ele para os cineastas da Disney que passavam por fracassos de bilheteiras, a obra traz dicas para escrever uma ótima história. Inspirado pelo antropólogo Joseph Campbell, autor de “O herói de mil faces”, Vogler cria um roteiro de como criar bons personagens e narrativas.

O escritor deixa claro que o livro não é uma receita de cozinha para ser aplicada com rigor. As idéias podem e devem ser mudadas de posição, ou até mesmo desobedecidas, seguindo as particularidades de cada história. Porque para escrever boas narrativas não é necessário apresentar todas as fases da Jornada do Herói. Vogler, na obra, não impõe uma estrutura resistente e engessada. Propõe que o leitor crie caminhos diferentes para serem trilhados por seus personagens. Com essa finalidade, em cada capítulo, o autor faz uma seção de perguntas para que os conceitos sejam entendidos e aplicados com sucesso.

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Dilema: Um jornalista deve publicar uma reportagem mesmo sabendo que ela pode prejudicar as pessoas? Novembro 27, 2008

Posted by Indira Efel Garin in Ética e Responsabilidade.
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A função do jornalismo é contar, mostrar, narrar a realidade da maneira mais fiel possível. Então, um jornalista deve publicar uma matéria, mesmo prejudicando alguém, ele apenas estará contando uma verdade. Só seria uma falta de ética se esse jornalista estivesse aumentando a história ou inventando mais alguma coisa sobre a pessoa. (mais…)

Prá não dizer que não falei de flores – Geraldo Vandré Novembro 25, 2008

Posted by Indira Efel Garin in 1968.
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Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não
Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Caminhando e cantando
E seguindo a canção…

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer..

Pelos campos há fome
Em grandes plantações
Pelas ruas marchando
Indecisos cordões
Ainda fazem da flor
Seu mais forte refrão
E acreditam nas flores
Vencendo o canhão…

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer…

Há soldados armados
Amados ou não
Quase todos perdidos
De armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam
Uma antiga lição:
De morrer pela pátria
E viver sem razão…

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer…
Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Somos todos soldados
Armados ou não
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não…

Os amores na mente
As flores no chão
A certeza na frente
A história na mão
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Aprendendo e ensinando
Uma nova lição…

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer

RESENHA: 1968 – O ano que modificou a história dos brasileiros Novembro 25, 2008

Posted by Indira Efel Garin in 1968.
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51752_913“Vem, vamos embora que esperar não é saber, quem sabe faz a hora não espera acontecer”

(trecho da música “Prá nao dizer que não falei de flores”, de Geraldo Vandré)

 

 

VENTURA, Zuenir. 1968 – O ano que não terminou. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1988.

O livro “1968 – O ano que não terminou” vendeu mais de 400 mil exemplares e foi publicado em 1988 para reconstituir os obscuros acontecimentos daquele ano. Escrita pelo jornalista e professor universitário Zuenir Ventura, a obra é a reconstrução dos mais importantes eventos que ocorreram nesse conturbado ano no Brasil. O conteúdo do livro começa com a descrição de uma movimentada festa de Réveillon, com a presença da elite social carioca. A farra foi realizada no alto do Jardim Botânico, na casa do casal Luís e Heloisa Buarque de Holanda, amigos do jornalista. E termina com a decretação de uma medida de exceção, o AI-5 (Ato Institucional número cinco), em 13 de dezembro de 1968, pelo então presidente da época, o General-de-Exército Arthur Costa e Silva. (mais…)

Duas séries e a jornada do herói Novembro 12, 2008

Posted by Indira Efel Garin in Diversos assuntos, Filmes.
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Em séries e filmes existem modelos de personagens necessários para o bom andamento das cenas. Um exemplo de “arquétipo” é o herói e sua jornada, seus desafios e vitórias. No livro de Christopher Vogler, a “Jornada do escritor” fala exatamente sobre isso, a caminhada que o herói segue na sua trajetória em busca do “elixir”. Em comparação com a obra de Vogler, podemos colocar duas séries americanas e analisá-las, “Life on Mars” e “Dexter” quanto a linha descrita pelos protagonistas. (mais…)

Shall we dance? Novembro 9, 2008

Posted by Indira Efel Garin in Filmes.
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danca-comigo-poster02            Dança comigo, filme dirigido por Peter Chelson, lançado nos EUA, em 2004 narra a história de John Clark (Richard Gere) e sua paixão repentina pela dança. Clark é advogado, com um emprego maravilhoso e uma família amável. Mas já está cansado da rotina que sua vida tomou. É sempre a mesma coisa no trabalho e a família sempre ocupada.  

           

            Até o advogado notar que na ida do trabalho para casa tem uma escola de dança de salão, e ver uma dançarina (Jennifer Lopes) encantadora na janela. Sem contar a ninguém ele resolve se matricular nas aulas de dança para iniciantes. danca-comigo07Não tendo muito jeito para os movimentos assim como seus colegas, o homem tão sério se apaixona e se esforça o máximo para aprender o ritmo.

 

            Sua amizade com a bela dançarina Paulina vai crescendo, e ele começa a treinar para uma das maiores competições de dança de Chicago. Porém, sua mulher Beverly Clark (Susan Sarandon) desconfiada, por ele estar tão diferente, contrata um detetive.

 

            O filme é a refilmagem da comédia romântica japonesa “Quer Dançar Comigo?”. Cheio de ritmo, John Clark se rende a dança e tem que fazer de tudo para continuar com seu novo sonho.

Ética e responsabilidade no jornalismo Novembro 9, 2008

Posted by Indira Efel Garin in Ética e Responsabilidade.
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Atualmente, em qualquer profissão são cobrados conceitos como ética e responsabilidade. E, na área de comunicação social, não deixa de ser diferente. Afinal, a função do jornalismo é contar, mostrar a realidade da maneira mais fiel possível.
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1968, o começo de um mundo diferente Novembro 9, 2008

Posted by Indira Efel Garin in 1968.
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todd_gitlin-redim-90p3O ano de 1968 deixou marcas para os que viveram e os que nasceram depois dessa época. Em um documentário feito para a comemoração de 40 anos do significante 1968, Lucas Mendes entrevista Todd Glitlin que fala sobre a sua experiência, não só como observador dos anos 60, mas também como participante das agitações daquele tempo. Atualmente professor de Sociologia e Jornalismo na Columbia, uma das universidades de maior prestígio dos Estados Unidos, escreveu o livro “Os anos 60 – Anos de Esperança, Dias de Ira”. Na década de 60 foi presidente do SDS um dos mais influentes e radicais movimentos da época.

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“Muito além do jardim” Novembro 6, 2008

Posted by Indira Efel Garin in Filmes.
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Comédia, do diretor Hal Ashby, lançada em 1979, nos EUA, Muito além do jardim conta a história de um jardineiro Chance Gardener (Peter Sellers) que nunca saiu de dentro da casa onde trabalha. Chance não sabe nem ler nem escrever, ele não existe oficmuito-alem-do-jardim03ialmente. O único contato que ele tem com o resto do mundo é a televisão. Tudo que sabe aprendeu com a TV ou com a convivência das pessoas que viviam na casa, a empregada e o patrão.

 

 

Quando seu patrão morre, Chance é obrigado a ir embora e fica deslumbrado ao ver as coisas que aconteciam fora daquela casa. Ele sofre um acidente e vai para a casa de Eve Rand (Shirley MacLaine) e Benjamin Rand (Melvyn Douglas) um grande poderoso. O jardineiro é apresentado a personalidades importantes dos EUA, como por exemplo, o presidente do país. E por acaso, todos acham que o que ele fala é genial, mas na verdade ele só usa o que aprendeu com o jardim e a televisão.

 

Chance ao somente assistir o que passa na “indústria cultural”, se torna um receptor passivo. Ele repete tudo que acontece na TV, sem nenhum pensamento critico. Segundo o filósofo e sociólogo Theodor Adorno, ele é um perfeito homem adorniano. O sociólogo afirma que essas são uma das alienações que os meios de comunicação comentem a um homem com tamanha “imbecilidade”.