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Dilema: Um jornalista deve publicar uma reportagem mesmo sabendo que ela pode prejudicar as pessoas? Novembro 27, 2008

Posted by Indira Efel Garin in Ética e Responsabilidade.
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A função do jornalismo é contar, mostrar, narrar a realidade da maneira mais fiel possível. Então, um jornalista deve publicar uma matéria, mesmo prejudicando alguém, ele apenas estará contando uma verdade. Só seria uma falta de ética se esse jornalista estivesse aumentando a história ou inventando mais alguma coisa sobre a pessoa. (mais…)

Ética e responsabilidade no jornalismo Novembro 9, 2008

Posted by Indira Efel Garin in Ética e Responsabilidade.
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Atualmente, em qualquer profissão são cobrados conceitos como ética e responsabilidade. E, na área de comunicação social, não deixa de ser diferente. Afinal, a função do jornalismo é contar, mostrar a realidade da maneira mais fiel possível.
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Caso Welles: Invasão de alienígenas nos EUA e mais de sete mil mortos Outubro 16, 2008

Posted by Indira Efel Garin in Ética e Responsabilidade.
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welles2H. G. Wells, considerado um dos pais da ficção, publicou um livro em 1898, chamado “A guerra dos mundos”. A história tratava de uma invasão de marcianos. O excelente ficcionista foi o primeiro a tratar de assuntos sobre alienígenas, e outros seres comuns no imaginário coletivo. (mais…)

Shattered Glass: Verdade ou Mentira Outubro 16, 2008

Posted by Indira Efel Garin in Filmes, Ética e Responsabilidade.
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            Filme lançado em 2003, escrito por Billy Ray, conta a história, baseada em fatos reais, de um jovem jornalista de 25 anos, Sthephen Glass (Hayden Christensen). O jovem trabalha em uma famosa revista americana a “New Republic”. Muito adorado pelos colegas e amigos de trabalho, Glass tinha sempre matérias muito engraçadas e que alguns jornais não conseguiam acompanhar. Sua carreira parecia cada vez melhorar mais. Eis que, depois de uma matéria, um jornalista de uma revista concorrente encontra um furo.

 

        A revista concorrente conseguiu descobrir que a matéria tinha sido inventada, que nenhum dos depoimentos ou dos contatos eram verdadeiros. Com essa descoberta, o editor da “New Republic” começou a duvidar de todas as outras matérias. Acabou descobrindo que dos 41 artigos, 27 eram total ou parcialmente falsos. Glass inventou suas matérias e todos os contatos, de maneira que se alguém fosse verificar a veracidade, conseguisse ver tudo. Até o dia em que a sua imaginação foi além e todos descobriram a mentira.

 

        No começo o jovem parecia ser um dos mais bem sucedidos jornalistas da redação. Depois de desvendada a fraude, Glass tinha a aparência de esquizofrênico, pois simplesmente acreditava em seus artigos. Criava um mundo de histórias, que para ele eram verídicas. Mas o filme não deixa claro se Glass sofria dessa doença ou se mentia por pura ambição e compulsão por uma carreira ascendente.

 

        Depois de um filme assim, com mentiras, nasce a seguinte polemica: será que devemos acreditar em tudo que os jornais, revistas e televisão, os meios de comunicação de massa, em geral falam. O filme foi baseado em uma história real, o que muito bem poderia acontecer atualmente. Fica a pergunta acreditar ou correr sempre atrás de mais informações?