Shall we dance? Novembro 9, 2008
Posted by Indira Efel Garin in Filmes.Tags: Dança comigo?, Jennifer Lopes, Richard Gere, Shall we dance?
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Dança comigo, filme dirigido por Peter Chelson, lançado nos EUA, em 2004 narra a história de John Clark (Richard Gere) e sua paixão repentina pela dança. Clark é advogado, com um emprego maravilhoso e uma família amável. Mas já está cansado da rotina que sua vida tomou. É sempre a mesma coisa no trabalho e a família sempre ocupada.
Até o advogado notar que na ida do trabalho para casa tem uma escola de dança de salão, e ver uma dançarina (Jennifer Lopes) encantadora na janela. Sem contar a ninguém ele resolve se matricular nas aulas de dança para iniciantes.
Não tendo muito jeito para os movimentos assim como seus colegas, o homem tão sério se apaixona e se esforça o máximo para aprender o ritmo.
Sua amizade com a bela dançarina Paulina vai crescendo, e ele começa a treinar para uma das maiores competições de dança de Chicago. Porém, sua mulher Beverly Clark (Susan Sarandon) desconfiada, por ele estar tão diferente, contrata um detetive.
O filme é a refilmagem da comédia romântica japonesa “Quer Dançar Comigo?”. Cheio de ritmo, John Clark se rende a dança e tem que fazer de tudo para continuar com seu novo sonho.
Ética e responsabilidade no jornalismo Novembro 9, 2008
Posted by Indira Efel Garin in Ética e Responsabilidade.Tags: ética e responsabilidade no jornalismo, mais célebre caso de histeria coletiva na história americana, Orson Welles, Shattered Glass
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Atualmente, em qualquer profissão são cobrados conceitos como ética e responsabilidade. E, na área de comunicação social, não deixa de ser diferente. Afinal, a função do jornalismo é contar, mostrar a realidade da maneira mais fiel possível.
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1968, o começo de um mundo diferente Novembro 9, 2008
Posted by Indira Efel Garin in 1968.Tags: entrevista de Todd Glitlin a Lucas Mendes, Todd Glitlin
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O ano de 1968 deixou marcas para os que viveram e os que nasceram depois dessa época. Em um documentário feito para a comemoração de 40 anos do significante 1968, Lucas Mendes entrevista Todd Glitlin que fala sobre a sua experiência, não só como observador dos anos 60, mas também como participante das agitações daquele tempo. Atualmente professor de Sociologia e Jornalismo na Columbia, uma das universidades de maior prestígio dos Estados Unidos, escreveu o livro “Os anos 60 – Anos de Esperança, Dias de Ira”. Na década de 60 foi presidente do SDS um dos mais influentes e radicais movimentos da época.
“Muito além do jardim” Novembro 6, 2008
Posted by Indira Efel Garin in Filmes.Tags: "Muito além do jardim", Add new tag, homem adorniano
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Comédia, do diretor Hal Ashby, lançada em 1979, nos EUA, Muito além do jardim conta a história de um jardineiro Chance Gardener (Peter Sellers) que nunca saiu de dentro da casa onde trabalha. Chance não sabe nem ler nem escrever, ele não existe ofic
ialmente. O único contato que ele tem com o resto do mundo é a televisão. Tudo que sabe aprendeu com a TV ou com a convivência das pessoas que viviam na casa, a empregada e o patrão.
Quando seu patrão morre, Chance é obrigado a ir embora e fica deslumbrado ao ver as coisas que aconteciam fora daquela casa. Ele sofre um acidente e vai para a casa de Eve Rand (Shirley MacLaine) e Benjamin Rand (Melvyn Douglas) um grande poderoso. O jardineiro é apresentado a personalidades importantes dos EUA, como por exemplo, o presidente do país. E por acaso, todos acham que o que ele fala é genial, mas na verdade ele só usa o que aprendeu com o jardim e a televisão.
Chance ao somente assistir o que passa na “indústria cultural”, se torna um receptor passivo. Ele repete tudo que acontece na TV, sem nenhum pensamento critico. Segundo o filósofo e sociólogo Theodor Adorno, ele é um perfeito homem adorniano. O sociólogo afirma que essas são uma das alienações que os meios de comunicação comentem a um homem com tamanha “imbecilidade”.
RESENHA: HUMANIDADES, UM BEM NECESSÁRIO Outubro 25, 2008
Posted by Indira Efel Garin in Diversos assuntos.Tags: Humanidades, um bem necessario
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ROUANET, Sérgio Paulo. Reinventando as humanidades. Humanidades, 2004.
Texto escrito em meados dos anos 1980, pelo filósofo e ex-ministro da Cultura Sérgio Paulo Rouanet, Reinventando as humanidades, fala sobre a mudança que ocorreu no Brasil após 1950. Segundo Rouanet, no início da década de 1950, começou uma tentativa de modernização do Brasil. Este projeto fez o país tornar-se uma nação tecnocrática (sistemas de organização social e política onde predominam os técnicos), e o que era sonho para os brasileiros virou pesadelo. Todos queriam ver a modernização num país subdesenvolvido. Mas, dessa maneira, como afirma o ex-ministro, o Brasil tinha se transformado na terra de ninguém. (mais…)
Significado da palavra AMOR Outubro 18, 2008
Posted by Indira Efel Garin in Frases e poemas!!.1 comment so far
Almas que necessitam de carinho, dedicação e cuidado…
Sentimento essencial e intenso…
Melhor quando correspondido.
Observador, inquieto, fazendo o coração saltar do peito.
Chega sem avisar, ama sem enganar…
É quente como o vulcão, arde como pimenta…
É mais que paixão é mais que amizade é amor de verdade.
Te faz sorrir, te faz chorar não dá pra evitar…
É como a roda gigante, ás vezes lá em cima ás vezes lá embaixo…
Mais quando verdadeiro resiste ao fracasso.
Amor é puro não vê malícia, não tem interesse, nasce e morre dentro da gente…
De que maneira?
Ninguém entendi…
TAIZINHA LEAL
Caso Welles: Invasão de alienígenas nos EUA e mais de sete mil mortos Outubro 16, 2008
Posted by Indira Efel Garin in Ética e Responsabilidade.Tags: Ética e Responsabilidade
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H. G. Wells, considerado um dos pais da ficção, publicou um livro em 1898, chamado “A guerra dos mundos”. A história tratava de uma invasão de marcianos. O excelente ficcionista foi o primeiro a tratar de assuntos sobre alienígenas, e outros seres comuns no imaginário coletivo. (mais…)
Shattered Glass: Verdade ou Mentira Outubro 16, 2008
Posted by Indira Efel Garin in Filmes, Ética e Responsabilidade.Tags: Shattered Glass
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Filme lançado em 2003, escrito por Billy Ray, conta a história, baseada em fatos reais, de um jovem jornalista de 25 anos, Sthephen Glass (Hayden Christensen). O jovem trabalha em uma famosa revista americana a “New Republic”. Muito adorado pelos colegas e amigos de trabalho, Glass tinha sempre matérias muito engraçadas e que alguns jornais não conseguiam acompanhar. Sua carreira parecia cada vez melhorar mais. Eis que, depois de uma matéria, um jornalista de uma revista concorrente encontra um furo.
A revista concorrente conseguiu descobrir que a matéria tinha sido inventada, que nenhum dos depoimentos ou dos contatos eram verdadeiros. Com essa descoberta, o editor da “New Republic” começou a duvidar de todas as outras matérias. Acabou descobrindo que dos 41 artigos, 27 eram total ou parcialmente falsos. Glass inventou suas matérias e todos os contatos, de maneira que se alguém fosse verificar a veracidade, conseguisse ver tudo. Até o dia em que a sua imaginação foi além e todos descobriram a mentira.
No começo o jovem parecia ser um dos mais bem sucedidos jornalistas da redação. Depois de desvendada a fraude, Glass tinha a aparência de esquizofrênico, pois simplesmente acreditava em seus artigos. Criava um mundo de histórias, que para ele eram verídicas. Mas o filme não deixa claro se Glass sofria dessa doença ou se mentia por pura ambição e compulsão por uma carreira ascendente.
Depois de um filme assim, com mentiras, nasce a seguinte polemica: será que devemos acreditar em tudo que os jornais, revistas e televisão, os meios de comunicação de massa, em geral falam. O filme foi baseado em uma história real, o que muito bem poderia acontecer atualmente. Fica a pergunta acreditar ou correr sempre atrás de mais informações?
Hello world! Outubro 16, 2008
Posted by Indira Efel Garin in Diversos assuntos.add a comment
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